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Arquitetura Serverless: você já conhece?

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Com o verdadeiro propósito de possibilitar que toda e qualquer empresa de softwares crie e assegure seus aplicativos com baixíssima preocupação com infraestrutura em que irão funcionar, surgiu a “computação sem servidores”, também conhecida como arquitetura Serverless.

Esse é certamente um conceito bastante novo, ganhou sua popularidade com serviços como Microsoft Azure e Google Cloud. Por isso, nesse artigo viemos tirar todas aquelas suas dúvidas que já surgiram sobre o que realmente é a arquitetura Serverless, está pronto? Então vem com a gente!

Serverless com servidores?

Antes de definitivamente nos aprofundar na conceituação de arquitetura Serverless, é preciso que entendamos integralmente o seu nome e o relacionemos a realidade.

Traduzindo de maneira literal, serverless tem como significado “sem servidor”, mas essa não é totalmente a verdade. A arquitetura Serverless ainda se apóia em servidores, porém, nela os desenvolvedores não necessitam configurar e atentar-se com a grande maioria dos âmbitos da infraestrutura em que seu aplicativo será rodado.

Todas as resoluções dinâmicas de infraestrutura ficam plenamente ocultas para desenvolvedores e operadores da aplicação. E, agora, com toda essa ambiguidade totalmente desmistificada, podemos finalmente começar o conteúdo!

Como realmente funciona?
A arquitetura Serverless é nada mais que um molde de execução, onde provedores de cloud serão responsáveis por realizar códigos com soluções que irão ser designadas dinamicamente, cobrando somente os recursos utilizados para executar aquele código singularmente. Comumente, o código é colocado em funcionamento em containers stateless, que podem ativar-se de inúmeros modos, como por exemplo: com serviços de filas, avisos de monitoramento, upload de algum arquivo, eventos já agendados, requisições HTTP, entre outros.

Por fim, o código que deve ser mandado ao provedor é, na grande maioria das vezes, escrito em funções e, por isso, também podemos referenciar a “computação sem servidores” como ““Functions as a Service” (FaaS). Hoje, os mais conhecidos provedores de FaaS do mercado são AWS, Microsoft Azure e Google Cloud.

Quais as principais vantagens da Arquitetura Serverless?
< Bom, não há dúvidas de que esse modelo de serviço tem alcançado popularidade em todo o mundo devido a inúmeras de vantagens que oferece a todos os seus usuários. Vamos agora destacar alguns dos principais benefícios da arquitetura Serveless ao ser aplicado em negócios:

Minimização de gastos
A cada vez que sua aplicação é executada, você somente é taxado apenas pelo processamento que foi consumido. Assim, não é preciso pagar por tempo de não funcionamento, que geralmente é uma complicação pra quem usa de máquinas virtuais.

Auto scaling
Todo o funcionamento em escala é realizado de maneira automática na arquitetura Serverless: quanto maior o consumo de suas funções, certamente mais disponibilidade para novos usos ela terá. Dessa forma, podemos afirmar que o escalamento da sua aplicação é quase infinito.

Maior flexibilidade
Muito conectado ao benefício de redução de custos, todo o dinamismo dessa estrutura também é um ponto chave. O Serverless é ofertado completamente sob medida, sem quantidade concreta e fixa de memória, espaço ou mesmo de processamento, facilitando assim a adequação ao que verdadeiramente é preciso para o cliente.

Toda essa flexibilidade é significativamente maior do que outros serviços de caráter tradicional de nuvem, que possibilitam pequena redução ou ampliação com certa facilidade, pois é completamente dinâmica e também automática.

Agora que já entendeu o que verdadeiramente é a arquitetura Serverless, fique atento aos nossos próximos conteúdos se quiser conhecer ainda mais sobre esse mundo de tecnologia. Não temos dúvidas que vai gostar!

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